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domingo, 23 de dezembro de 2007

Os mórmons e os direitos religiosos

...o efeito denorex...Muitos cristãos evangélicos são atraídos pelas idéias teológicas supostamente conservadoras dos Mórmons, fazendo restrições à sociedade moderna. Eles parecem ficar ao lado dos cristãos em assuntos tais como Aborto, Oração nas escolas públicas, Homossexualidade, etc. Façamos uma ligeira comparação entre a Teologia Mórmon e a Teologia Cristã Evangélica, no que se refere a tais assuntos e veremos que as intenções são totalmente opostas.Aborto - Para os cristãos evangélicos, que lutam pela vida, posicionando-se contra o Aborto, a base teológica é a própria natureza de Deus. A Bíblia ensina que Deus é vida e o autor da vida. Sobre este fundamento muitos cristãos se opõem ao que consideram o assassinato de bebês inocentes, os quais não têm como se defender.Superficialmente os Mórmons parecem declarar o mesmo, mas, como sempre acontece no Mormonismo, tudo não passa de aparência. Eles se opõem teologicamente ao Aborto, não por causa da natureza de Deus, mas por causa da natureza do homem. Todos os homens são filhos literais de Deus e suas esposas, no céu. E quando um Aborto é cometido, o feto, que é o espírito de um filho de Deus no céu, não terá oportunidade de ganhar um corpo físico e continuar a sua escalada até à divindade, que a Igreja SUD considera como sendo também a vida eterna.Oração nas Escolas - Liderando a campanha a favor da oração nas escolas públicas, no Congresso Americano, está Earnest J. Istook e outros cristãos que a ele se juntaram. Os cristãos que desejam oração nas escolas públicas assim agem porque verificam a falta que tal prática tem feito às crianças em matéria de influência religiosa, no que estão corretos. Mr. Istook está elaborando a legislação e muitos cristãos evangélicos estão trabalhando com ele no sentido de chegarem todos a um acordo comum. Os Mórmons desejam também a oração nas escolas públicas, mas por outra razão bem diferente. Pode-se afirmar com segurança que alguns deles fora de Utah constatam a falta de qualquer Igreja na vida de um jovem em idade escolar e se preocupam com o fato. Entretanto, quando a Igreja SUD se posiciona a favor da oração nas escolas públicas ela está apenas fazendo questão de aparentar uma boa imagem. Para os Mórmons, o fato de se juntarem aos cristãos evangélicos, lutando em favor desse decreto, os apresenta como parte integrante da Fé Cristã, sem, contudo, terem necessidade de mudar suas doutrinas definitivas.Interessante é que vários cristãos em Utah são contra a oração nas escolas públicas, uma vez que lá são os Mórmons quem vão redigir e liderar tais orações.Homossexualidade - Os cristãos evangélicos são contra a Homossexualidade simplesmente porque a Bíblia declara que isso é pecado. Está claro que no princípio Deus criou um homem para uma mulher. Ainda bem que a maioria dos cristãos evangélicos se opõe ao Homossexualismo, mas ama os homossexuais.Isso pode soar familiar aos Mórmons, porém eles se opõem às relações homossexuais porque tais práticas não produzem bebês. Em conseqüência, os espíritos infantis resultantes das relações de Deus com suas esposas no céu não terão oportunidade de ganhar seus corpos físicos e progredir até a exaltação e divindade.Adaptação - Aparentemente os Mórmons parecem se enfileirar com os cristãos evangélicos em muitas de suas reivindicações dentro da comunidade cristã. Porém as razões da Igreja SUD por trás de tais reivindicações são totalmente diferentes das dos cristãos. Muitos problemas surgem para todos os cristãos que desejam cooperar com esta Igreja em tais assuntos. O que acontece é que tais convênios sempre conferem uma imagem cristã à Igreja SUD, barateando, assim, o Evangelho de Jesus Cristo.Quem desejar entrar num acordo religioso com a Igreja SUD, primeiro faça uma pesquisa de suas doutrinas de ontem e de hoje. Compare todas elas com a Bíblia e veja as discrepâncias que existem. Uma doutrina de ontem (como a Poligamia) pode já estar fora de prática, mas continua nos livros doutrinários, que são muitos, pois além do Livro de Mormon, que não prega a Poligamia, nem o Serviço no Templo, nem que Adão é Deus Pai, etc., existem outros livros, escritos pelos líderes que surgiram após o fundador do Mormonismo, os quais pregaram abertamente essas doutrinas espúrias, como por exemplo, Brigham Young, Orson Pratt, etc. O Mormonismo queria chegar à casa dos 10 milhões de membros, antes do novo milênio e conseguiu. Para tanto, abriu mão de várias doutrinas antigas, conformando-se a algumas doutrinas bíblicas, mas somente para enganar os incautos. No fundo, o Mormonismo é uma religião falsa, herética e terrivelmente perigosa!

Deus existe mesmo? Como podemos saber? Se Deus fez tudo, quem fez Deus?

Em nossa experiência cotidiana, tudo parece ter tido um início. De fato, as leis da ciência mostram que até mesmo coisas que parecem as mesmas ao longo de nossas vidas, como o Sol e outras estrelas, estão se degradando. O sol está gastando seu combustível em milhões de toneladas por segundo. Como o mesmo não é eterno, teve de ter um início, obviamente. Isso se mostra verdadeiro por todo o universo.
Assim, quando os cristãos declaram que o Deus da Bíblia criou todo o universo, alguns irão fazer o que parece ser uma pergunta lógica: “De onde vem Deus?”.
A Bíblia deixa claro em muitas passagens que Deus está fora do alcance do tempo. Ele é eterno, sem princípio ou fim – Ele é infinito! Ele também conhece todas as coisas, sendo infinitamente inteligente.1
Isso é lógico? A ciência moderna pode sustentar tal noção? E como você poderia reconhecer a evidência de um Criador inteligente?

A existência de Deus é tida como confirmada na Bíblia. Em nenhum lugar há argumentos para provar isso. Aquele que abandona tal verdade é dito como destituído de entendimento (Sl 14:1).
Os argumentos geralmente feitos pelos teólogos como demonstração da existência de Deus são:
O argumento a priori , que é o testemunho fornecido pela razão.
O argumento a posteriori, pelo qual nós procedemos logicamente de experiências às suas causas. Estes argumentos são:
O cosmológico, pelo qual é provado que teve que haver uma Causa Primeira para todas as coisas, para todo efeito deve haver uma causa.
O teleológico, ou o argumento do projeto. Nós vemos em todo lugar as operações de uma Causa inteligente na natureza.
O argumento moral, também chamado argumento antropológico, baseado na consciência moral e na história da humanidade, que exibe uma ordem moral e propósito que só pode ser explicado na suposição da existência de Deus. A consciência e a história humana testificam que "verdadeiramente existe um Deus que julga a terra."
Matthew G. Easton
Como reconhecer inteligência
Cientistas ficam excitados quando encontram em uma caverna ferramentas de pedra, porque estas são sinais de inteligência – um construtor de ferramentas. Elas não poderiam ter se autoprojetado. Ninguém acreditaria que as cabeças esculpidas dos Presidentes no Monte Rushmore são o produto de milhões de anos de erosão. Nós podemos reconhecer um projeto — a evidência de esforços externos de inteligência — nos objetos feitos pelo homem que estão à nossa volta.
Semelhantemente, no famoso argumento de William Paley, um relógio implica em um relojoeiro.2 Hoje, porém, uma grande proporção de pessoas, incluindo muitos cientistas de liderança, acredita que todas as plantas e animais, incluindo os incrivelmente complexos cérebros das pessoas que fazem relógios, motores de carros, etc., não foram projetados por um Deus inteligente, mas por um irracional processo evolucionário. Mas esta posição é defensível?
Projeto nos seres vivos
O biólogo molecular Dr. Michael Denton, escrevendo como um agnóstico, concluiu:
‘Ao lado do nível de ingenuidade e complexidade exibido pela maquinaria molecular da vida, até os nossos mais avançados [artifícios tecnológicos do século XX parecem] grosseiros. . . Seria uma ilusão pensar que do que nós somos cientes no presente é algo mais do que uma fração da amplitude do projeto biológico. Em praticamente cada campo da pesquisa biológica fundamental, crescentes níveis de projeto e complexidade têm sido revelados em uma taxa acelerada.’3
O mundialmente renomado defensor do darwinismo e do ateísmo, Prof. Richard Dawkins, declara:
‘Nós temos visto que os seres vivos são muito improváveis e muito belamente “projetados” para terem vindo à existência por chance’4
Portanto, até o mais ardente ateu confessa que projeto está presente ao nosso redor. Para um cristão, o projeto que vemos ao nosso redor é totalmente consistente com a exposição bíblica de que Deus criou tudo.
Contudo, evolucionistas como Dawkins rejeitam a idéia de um Projetista. Ele comenta (ênfase adicionada):

‘Contradizendo todas as aparências, o único relojoeiro na natureza são as forças cegas da física, embora organizada de uma forma muito especial. Um verdadeiro relojoeiro tem previsão: ele projeta dentes e molas, e planeja suas interconexões, com propósito futuro em sua mente. A seleção natural, o cego, inconsciente e automático processo que Darwin descobriu, e que nós agora sabemos ser a explicação para a existência da aparentemente propositada forma de toda a vida, não tem propósito em mente... Ela não tem mente... Ela não planeja para o futuro... ela é o relojoeiro cego.’5
Seleção e projeto
A vida é construída, contida naquela molécula da hereditariedade, o DNA. Dawkins acredita que seleção natural6 e mutações (cegos e despropositados erros na cópia do DNA), juntos, providenciam o mecanismo para produzir as vastas quantidades de informação responsáveis pelo projeto nos seres vivos.7
A seleção natural é um processo lógico que pode ser observado. Todavia, seleção pode apenas operar informação já contida nos genes— ela não produz informação nova.
8 Na verdade, ela é consistente com o relato bíblico da origem; Deus criou distintas classes de animais e plantas, cada uma para se reproduzir em sua própria espécie.

Pode-se observar grande variação em uma classe, e ver os resultados da seleção natural. Por exemplo, cães selvagens, lobos e coiotes têm se desenvolvido ao longo do tempo como um resultado da seleção natural operando na informação dos genes na classe lobo/cão.
Mas nenhuma informação nova foi criada — estas têm resultado de rearranjamento e sorteio da informação na classe original canina. Uma classe nunca foi constatada por mudar em uma outra totalmente diferente, com nova informação que não existia previamente!
Sem uma forma para aumentar a informação, a seleção natural não irá trabalhar como um mecanismo para evolução. Os evolucionistas concordam com isto, mas eles acreditam que mutações de alguma forma providenciam a nova informação para que a seleção natural aja sobre a mesma.
Mutações podem produzir nova informação?
Verdadeiramente, agora está claro que a resposta é não! Dr. Lee Spetner, um cientista altamente qualificado que ensinou informação e comunicação teóricas na Johns Hopkins University, torna isto bem claro em seu recente livro:
‘Neste capítulo trarei alguns exemplos de evolução, [i.e., exemplos alegados de serem de evolução] particularmente mutações, e mostrar que a informação não é acrescentada... Mas em toda a leitura que fiz em literatura da vida/ciência, nunca encontrei uma mutação que adicionara nova informação.’9
‘ Todas as mutações que têm sido estudadas no nível molecular tendem a reduzir a informação genética e não aumentá-la.’10
‘A TND [teoria neodarwiniana] é suposta de explicar como a informação da vida tem sido construída por evolução. A diferença biológica essencial entre um humano e uma bactéria é a informação que eles contém. Todas as outras diferenças biológicas seguem a partir desta. O genoma humano tem muito mais informação que o genoma bacteriano. Informação não pode ser construída a partir de mutações que a prejudiquem. Um trabalho não pode render dinheiro ao perdê-lo um pouco de cada vez.’11
Cientistas evolucionistas não trabalham de acordo com o que muitos cientistas, incluindo Dr. Spetner, têm concluído. Mutações não agem como um mecanismo que move o processo evolucionário.
[Para mais informação, ver: Podem mutações genéticas produzir mudanças positivas em criaturas vivas? Resposta...]
Mais problemas!

Cientistas têm descoberto que, com a célula, há milhares das que podem ser chamadas de ‘máquinas bioquímicas’. Todas estas partes têm de estar no lugar simultaneamente ou a célula não pode funcionar. Coisas que foram tidas como sendo simples mecanismos, como ser capaz de absorver luz e convertê-la em impulsos elétricos, são de fato altamente complicadas.
Visto que a vida é construída nestas máquinas, a idéia de que processos naturais poderiam ter feito um sistema vivo é insustentável. O bioquímico Dr. Michael Behe usa o termo “complexidade irredutível” ao descrever tais “máquinas” bioquímicas.
‘. . . sistemas de horrenda e irredutível complexidade habitam a célula. O pensamento resultante de que a vida foi designada por uma inteligência é chocante para nós do século vinte, que nos acostumamos a pensar da vida como resultado de simples leis naturais. Mas outros séculos tiveram seus choques, e não há razão em supor que nós deveríamos escapar deles.’12
Richard Dawkins reconhece este problema de falta de “maquinaria” para começar quando ele declara:

‘A teoria do relojoeiro cego é extremamente poderosa, dado que nós somos autorizados a assumir replicação e disso seleção cumulativa. Mas se replicação necessita de maquinaria complexa, visto que o único caminho que nós conhecemos para maquinaria complexa no final das contas vem à existência é seleção cumulativa, nós temos um problema.’13
Um problema realmente! Quanto mais nós olhamos nos mecanismos da vida, mais complicado fica, e mais nós vemos que a vida não poderia surgir por ela mesma. Não somente é necessário uma fonte de informação, mas as complexas maquinas da química da vida precisam vir à existência logo no início!
Um problema maior ainda!

Alguns ainda tentam insistir que a maquinaria da primeira célula poderia ter surgido por pura chance. Por exemplo, dizem eles, por aleatoriamente desenhar letras do alfabeto em seqüência da palavra “faca”, às vezes você conseguirá uma palavra simples como “VACA”.14 Assim, em longos períodos de tempo, por que não teríamos até mesmo mais complexas informações surgidas por chance?
Contudo, o que a palavra “VACA” significa para um alemão ou chinês? O fato é que uma ordem de letras não tem significado a não ser que exista uma linguagem convencional e um sistema de tradução no lugar que faz disto algo com significado.
Em uma célula, existe tal sistema (outras moléculas) que faz a ordem no DNA significativa. O DNA, sem o sistema de linguagem/tradução não tem significado, e estes sistemas, sem o DNA, não funcionariam também.
A outra complicação é que a maquinaria tradutora que lê a ordem de ‘letras’ no DNA é a si mesma especificada pelo DNA! Ela é outra daquelas ‘máquinas’ que necessitam serem totalmente formadas, ou a vida não funcionaria.
Pode a informação surgir da não-informação?
Dr. Werner Gitt, diretor e professor no Instituto Federal Alemão de Física e Tecnologia, diz claramente que uma das coisas que nós sabemos claramente na ciência, é que informação não pode surgir da desordem por chance. Ela sempre pega (maior) informação para produzir informação e, no fim das contas, a informação é resultado da inteligência:
‘Um sistema de código é sempre o resultado de um processo mental (isto requer origem inteligente ou inventor)... Deveria ser enfatizado que matéria como ela é não é capaz de gerar nenhum código. Todas as experiências indicam que um ser pensante, exercendo voluntariamente a sua livre vontade, cognição e criatividade é requerido.’15
‘Não existe nenhuma lei natural conhecida através da qual matéria pode dar origem a informação, e nem há algum processo físico ou fenômeno material conhecido que possa fazê-lo.’16
Qual é a fonte da informação?

Nós podemos portanto deduzir que a enorme quantidade de informação nos seres vivos deve originalmente ter vindo de uma inteligência, que teria de ter sido bem superior à nossa, como os cientistas estão revelando a cada dia. Mas então alguns irão dizer que tal fonte deveria ter surgido de algo com ainda maior informação/inteligência.
Todavia, se eles assim pensam, alguém poderia perguntar de onde esta maior informação/inteligência veio. E daí, perguntar de onde esta outra viera … um poderia extrapolar para o infinito, eternamente, a não ser...
A não ser que tenha existido uma fonte de infinita inteligência, além do nosso entendimento finito. Mas não é isto o que a Bíblia indica quando nós lemos: ‘No princípio, Deus...’? O Deus da Bíblia é um ser infinito que não está preso por limitações de tempo, espaço, conhecimento, ou qualquer outra coisa.

Então qual é a posição logicamente defensível? — Que a matéria sempre existiu (ou veio à existência por ela mesma, sem nenhuma razão), e então ela se arranjou sozinha em sistemas de informação, contra tudo que foi observado na ciência real? Ou que um ser com inteligência infinita17 criou sistemas de informação para que a vida existisse, concordando com a ciência real?
A resposta parece óbvia, por que todos os cientistas não concordam com isto? Michael Behe responde:
‘Muitas pessoas, incluindo muitos cientistas importantes e respeitados, simplesmente não querem que haja nenhuma coisa além da natureza. Elas não querem algo sobrenatural que afete a natureza, não importa o quão breve ou construtiva a interação possa ser. Em outras palavras... elas produzem um depósito filosófico para sua ciência que restringe quais tipos de explanações eles irão aceitar acerca do mundo físico. Às vezes, isto leva a um comportamento um tanto bizarro.’18
O x do problema é este: Se alguém aceita que existe um Deus que nos criou, aceita também que somos propriedade desse Deus . Ele, portanto, tem o direito de criar as regras pelas quais nós devemos viver. Na Bíblia, Ele nos tem revelado que nós estamos em rebelião contra nosso Criador. Por causa desta rebelião chamada pecado, nossos corpos físicos estão designados para a morte- mas depois nós iremos viver, seja com Deus ou sem Ele, em um lugar de julgamento.
Mas as boas-novas são que nosso Criador proveu, através da cruz de Jesus Cristo, um meio de nos livrar de nosso pecado de rebelião, de modo que aqules que vem a Ele em fé, arrependidos de seus pecados, podem receber o perdão de um Deus Santo e viver para sempre com seu Deus.


Então quem criou Deus?


Por definição, um infinito, e eterno ser sempre existiu – ninguém criou Deus. Ele é o ser auto-existente – o grande ‘Eu Sou’ da Bíblia.19 Ele está fora do tempo – na verdade, Ele criou o tempo.
Você poderia dizer, ‘Mas então significa que eu tenho de aceitar isto pelar fé, já que eu não consigo entendê-lo.'
Nós lemos no livro de Hebreus: ‘Mas sem fé é impossível agradá-lo: porque aquele que vem a Deus deve crer que ele existe, e que é recompensador daqueles que diligentemente o buscam’ (Hebreus 11:6).
Mas esta não é uma fé cega, como alguns pensam. Na verdade, os evolucionistas que negam Deus têm uma fé cega – eles têm que acreditar em algo que é contra a ciência real – a saber, que informação pode surgir da desordem por chance.

Você pode acreditar em algo que você nunca viu? Você já viu o seu cérebro? Nós todos acreditamos em muitas coisas que nunca vimos. Você já viu o vento? Você já viu a história? Nós vemos os efeitos do vento, mas o vento é invisível. Nós temos recordações da história, mas é por fé que nós acreditamos que certos eventos históricos aconteceram. Ondas de televisão são invisíveis, mas uma antena e um receptor pode detectar sua presença.
Você sabia que você tem um receptor? Antes de se tornar um filho de Deus, seu receptor (seu espírito) está morto por causa do pecado (ver Efésios 2:1). Você precisa ser plugado à vida de Deus, e assim você se tornará vivo e ciente do reino espiritual invisível.
Veja fontes de informação acerca da evidência de Deus e da acurácia de sua Palavra...
A fé cristã não é uma fé cega — é uma fé logicamente defensível. É por isto que a Bíblia deixa claro que ninguém que não crê em Deus está desculpado:
‘Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis.’ (Romanos 1:20).

Como posso saber se a bíblia é verdadeira???

Centenas de livros já foram escritos sobre as evidências da inspiração divina da Bíblia. Estas evidências são muitas e variadas. Infelizmente, esses livros não são tão lidos atualmente o quanto seria desejável. Na verdade, a maioria das pessoas que questionam a veracidade da Bíblia nunca a leram! Estas pessoas tendem a aceitar a crença popular de que a Bíblia está cheia de erros e que não é mais importante em nosso mundo moderno.
Entretanto, os escritores da Bíblia afirmam repetidas vezes que eles estavam transmitindo a própria Palavra de Deus: infalível e tendo autoridade em si própria no mais alto grau possível. Este é uma afirmação muito forte para um escritor e se os cerca de quarenta homens que escreveram as Escrituras estavam errados em fazê-la, então eles estavam ou mentindo, ou eram loucos, ou as duas coisas.
Mas, por outro lado, se o maior e mais influente livro de todas as épocas - um livro que contém a mais bela literatura e o mais perfeito código moral já imaginado - foi escrito por um bando de fanáticos, então há alguma esperança de encontrar sentido e próposito neste mundo?
Se alguém investigar seriamente as evidências bíblicas, esta pessoa irá descobrir que a afirmação de ser divinamente inspirada (declarada cerca de 3000 vezes na Bíblia de diversas formas) é amplamente justificada.

Profecias cumpridas

Uma das mais incríveis evidências para a inspiração divina da Bíblia são as profecias que se cumpriram. Centenas de profecias feitas na Bíblia vieram a se cumprir até o último detalhe. E a maioria delas foi cumprida quando o seu escritor já havia morrido.
Por exemplo: Em cerca de 538 AC (Daniel 9:24-27), Daniel, o profeta, predisse que Jesus viria como o Salvador e Príncipe prometido para Israel exatamente 483 anos depois que o imperador persa desse aos judeus permissão para reconstruir a cidade de Jerusalém que estava em ruínas nesta época. Essa profecia foi clara e definitivamente cumprida no tempo exato.
A Bíblia também contém uma grande quantidade de profecias tratanto de nações e cidades específicas ao longo da história, todas as quais foram literalmente cumpridas. Mais de 300 profecias foram cumpridas pelo próprio Jesus Cristo durante a sua primeira vinda. Outras profecias lidam a difusão do Cristianismo pelo mundo, falsas religiões e muitos outros assuntos.
Não há outro livro, antigo ou moderno, como a Bíblia. As profecias vagas e geralmente errôneas, feitas por pessoas como Jeanne Dixon, Nostradamus, Edgar Cayce e outros como eles, não podem, nem de longe, serem colocadas na mesma categoria das profecias bíblicas. Nem outros livros religiosos como o Alcorão, os escritos de Confúcio e literatura religiosa similar. Somente a Bíblia manifesta esta evidência profética e ela a faz em uma escala tão gigantesca que torna absurda qualquer outra explicação que não a sua inspiração divina.

Uma acurácia histórica única

A acurácia histórica das Escrituras é também uma classe de evidências por si só, infinitamente superior aos registros escritos deixados pelo Egisto, Assíria e outras nações antigas. As confirmações arqueológicas do registro bíblico são quase inumeráveis. O Dr. Nelson Glueck, a maior autoridade em arqueologia israelita, disse:

“Nenhuma descoberta arqueológica jamais contradisse qualquer referência bíblica. Dezenas de achados arqueológicos foram feitos que confirmam em exato detalhe as declarações históricas feitas pela Bíblia. E, da mesma maneira, uma avaliação própria de descrições bíblicas tem geralmente levado a fascinantes descobertas no campo da arqueologia moderna.”

Acurácia científica

Uma outra espantosa evidência da inspiração divina da Bíblia é o fato de que muitos princípios da ciência moderna foram registrados como fatos da natureza na Bíblia muito antes que qualquer cientista os confirmasse experimentalmente. Uma amostra destes fatos inclui:
A redondeza da terra(Isaías 40:22)
A quase infinita extensão do universo (Isaías 55:9)
A lei da conservação de massa e energia (II Pedro 3:7)
O cíclo hidrológico (Eclesiastes 1:7)
O vasto número de estrelas (Jeremias 33:22)
A lei do aumento da entropia (Salmo 102:25-27)
A suma importância do sangue para a vida (Levítico 17:11)
A circulação atmosférica (Eclesiastes 1:6)
A campo gravitacional (Jó 26:7)
e muitos outros

Estes fatos obviamente não são declarados no jargão da ciência moderna, mas em termos da experiência básica no homem no dia-a-dia. Ainda assim, eles estão completamente de acordo com o fatos modernos da ciência.
É significativo também que nenhum erro jamais foi demonstrado na Bíblia, seja em ciência, história ou qualquer outro assunto. Muitos erros foram de fato declarados, mas eruditos bíblicos conservadores sempre foram capazes de encontrar soluções para esses problemas.
Estrutura única
A incrível estrutura da Bíblia deve ser colocada em perspectiva também. Embora ela seja uma coleção de 66 livros, escritos por cerca de quarenta homens ao longo de um período de cerca de 2000 anos, a Bíblia ainda assim é um só Livro, em perfeita unidade e consistência.
Os escritores individuais, na época em que escreviam, não tinha idéia de que, eventualmente, seus escritos seria incorporados em um só livro. Entretanto, cada um desses escritos individuais preenche perfeitamente o seu lugar e serve a um único propósito. Qualquer pessoa que estude diligentemente a Bíblia irá encontrar padrões estruturais e matemáticos cuidadosamente bordados em seu tecido com uma intrincácia e simetria que não são passíveis de explicação através do acaso ou coincidência.
E o tema que a Bíblia desenvolve consistente e grandiosamente de Genêsis ao Apocalipse é o majestoso trabalho de Deus na criação do universo e a redenção de todas as coisas através de seu único filho, o Senhor Jesus Cristo.
O efeito único da Bíblia


A Bíblia tanbém é única em seu efeito sobre homens em individual e sobre a história das nações. Ela é o livro mais vendido de todas as épocas, tocando corações e mentes, amada por pelo menos uma pessoa em qualquer raça, nação ou tribo para a qual foi levada. Ricos ou pobres, educados ou simples, reis ou plebeus, homens de qualquer origem ou modo de vida já forma atingidos por esse livro. Nenhum outro livro jamais teve tal apelo universal ou produziu efeitos tão duradouros.
Uma evidência final de que a Bíblia é verdadeira é o testemunho dos que acreditaram nela. Multidões de pessoas, no passado e no presente, descobriram por experiência própria que suas promessas são verdadeiras, seu conselho é confiável, seus comandos e restrições são sábios e que sua maravilhosa mensagem de salvação vai ao encontro de qualquer necessidade para todo o tempo e eternidade.

domingo, 8 de julho de 2007

Estão erradas as discordâncias religiosas?

Não! A Bíblia nos manda "batalhar arduamente pela fé que de uma vez por todas foi entregue aos santos" (Judas 3). Para batalhar arduamente pela fé, é necessário às vezes corrigir e repreender (2 Timóteo 4:2); é preciso ocasionalmente repreender os homens severamente (Tito 1:13); às vezes é necessário se opor a um companheiro cristão (Gálatas 2:11); é preciso também debater e poderosamente contradizer falsos professores em público (Atos 9:29; 18:28).
O diabo, é claro, prefere que os homens religiosos mantenham suas bocas fechadas enquanto ele se veste de cordeiro (Mateus 7:15), disfarçando-se como um anjo de luz (2 Coríntios 11:13-15) e infiltrando-se despercebido (Judas 4), introduzindo dissimuladamente heresias destruidoras (2 Pedro 2:1) para destruir a fé do homem (Efésios 6:10-17; 2 Coríntios 10:3-5). A batalha nunca pode estar ganha por entregarmos nossas armas ou por comprometermo-nos com os erro.
O diabo é audacioso ele raramente aparece com dois chifres e um rabo. Ele meramente distorce o evangelho (Gálatas 1:6-9; 2 Pedro 3:15-16) e se mascara como um verdadeiro cristão. Então, quando os homens tomarem a espada do Espírito (Efésios 6:17) e começarem a se opor contra o erro, ele chora: "Nós precisamos de mais amor e paciência; nós apenas vemos as coisas de maneira diferente, mas todos nós servimos ao mesmo Deus e estamos indo para o mesmo lugar."
Não devemos batalhar ou sermos briguentos sobre caprichos pessoais ou opiniões. Mas quando a pureza da doutrina de Deus é envolvida, nós devemos não somente discordar, mas batalhar arduamente pela verdade do evangelho!

Conheça quem foi "Charles Taze Russell"

Era o segundo filho de Joseph L. e Ann Eliza Russell, presbiterianos e de descendência escocesa-irlandesa. Charles, era o segundo de cinco filhos, apenas duas sobreviveram até a idade adulta. A mãe de Charles faleceu a 25 de Janeiro de 1861, quando ele tinha apenas nove anos, mas, desde a tenra idade, Charles foi influenciado pelos seus pais que tinham fortes inclinações religiosas. Com onze anos, Charles passou a ser sócio comercial do pai, o próprio rapazinho escrevendo os artigos do acordo sob o qual operava a empresa deles. Com Com quinze anos, estava associado ao pai numa crescente rede de lojas de roupas masculinas. Seu pai, Joseph, morreu a 17 de Dezembro de 1897, com a idade de 84.
Com o tempo, possuíam lojas em Pittsburgo, Filadélfia e em outras partes. Por todo esse tempo, o jovem Charles era sincero estudante da Bíblia e desejava servir a Deus. Aderiu a Igreja Congregacional, por causa de seus conceitos mais liberais. Ao tornar-se mais velho, Russell sentia-se perturbado com certas doutrinas religiosas geralmente aceites. Em especial se preocupava com as doutrinas do inferno de fogo literal e da predestinação pessoal. Arrazoava ele: "Um Deus que usasse seu poder para criar seres humanos, os quais sabia de antemão e predestinara que fossem eternamente atormentados, não poderia ser sábio, nem justo nem amoroso."
Em 1869, Charles Taze Russell "acidentalmente" assiste a uma reunião da Igreja Adventista, onde estava ensinado o Pastor Jonas Wendell. A "fé oscilante" de Russell na Bíblia é restabelecida e conclui que vivia próximo do "tempo do fim". Porém, ele não se tornou num seguidor do movimento "Segundo Adventismo" nesse tempo e nem qualquer altura posterior. Quase imediatamente Russell, seu pai e outros, formam um pequeno grupo de estudo da Bíblia em Allegheny, Pensilvânia, que haveria de evoluir gradualmente até se tornar num novo movimento religioso.

Testemunhas do que????

Testemunhas de Jeová

Os ensinos dos Testemunhas de Jeová.

Saiba quais são os quinze pontos fracos da seita.

Os ensinamentos claros e cristalinos da Palavra de Deus não dão lugar a que se abrace as doutrinas dos Testemunhas de Jeová após um estudo bíblico completo. Os ensinamentos básicos dessa seita estão em conflito com as Escrituras. Quinze dos seus erros doutrinários excepcionais foram abaixo relacionados e constituem razões sólidas para que ninguém se filie aos Testemunhas se quiser continuar apegado a verdade divina.

1. Os Testemunhas de Jeová negam a dinvidade absoluta e singular de Jesus Cristo
As Escrituras demonstram que o Senhor Jesus Cristo é Jeová.
Isaías 41:4, 44:6, e 48:12 declaram que o atributo de ser o "primeiro e último" pertence a Jeová somente. Apocalipse 1:7-8,11,17 e 22:13-14 apresentam Jesus Cristo com exatamente esse mesmo atributo, fazendo dEle, portanto, Jesus Cristo, o Jeová dessas passagens, e de todo o Velho Testamento.
Isaías 45:22-25 fala de uma adoração universal, que um dia toda a humanidade prestará a Jeová. Filipenses 2:9-11 aplica esta passagem de Isaías a Jesus Cristo.
Isaías 44:22-23 apresenta Jeová como Redentor. Efésios 1:7 estabelece Jesus Cristo como esse Redentor.
Em Isaías 45:24 e 54:17 Jeová é a nossa justiça. Em 1 Coríntios 1:30 Jesus Cristo é a nossa justiça.
Isaías 43:11 reserva a Jeová somente a obra da salvação do homem: "Fora de mim não há Salvador." Tito 2:13 ensina que Jesus Cristo é o Salvador, estabelecendo-O, portanto, como o Jeová de Isaías, capítulo 43.
O estudante honesto das Escrituras há de ler, estudar e comparar os versículos acima apresentados.

2. Os Testemunhas de Jeová ensinam que Jesus Cristo é um ser criado - simplesmente um outro Deus
Este erro doutrinário foi criado pelos Testemunhas de Jeová através de sua estúria Tradução "Novo Mundo" que apresenta João 1:1 da seguinte maneira: "E o verbo era um deus". Isaías nega este erro enfaticamente em 43:10, 44:6 e 45:5,12, e prova que sua tradução de João 1:1 é ilegítima. Quatro vezes Jeová declara a impossibilidade de haver "um outro deus" ou "um deus" além dEle mesmo. Qualquer estudante honesto das Escrituras deve reconhecer a exclusividade única de Jeová.

3. Os Testemunhas de Jeová negam a personalidade e divindade do Espírito Santo
Das muitas referências bíblicas que demonstram que isto não é verdade, João 16:13-14 é a principal. Oito vezes o Senhor Jesus se refere ao Espírito Santo usando o pronome pessoal masculino "ELE". A palavra grega "ESPÍRITO" é neutra mas o pronome empregado não é neutro mas masculino. Cristo estava teologicamente certo nisto, reconhecendo a personalidade do Espírito. Se o Espírito Santo não fosse uma pessoa, o pronome neutro é que seria usado e a gramática da passagem ficaria intacta. Jesus Cristo, o Filho de Deus, jamais cometeu um erro.
Até a própria tradução "Novo Mundo" dos Testemunhas reconhece a personalidade do Espírito na tradução desses dois versículos. A divindade do Espírito Santo está claramente demonstrada nas referências abaixo que o estudante honesto deve estudar com todo o cuidado: Atos 5:3-4, 1 Coríntios 3:16, 2 Coríntios 13:14. Em 1 Coríntios 12:4-6 o Espírito Santo é chamado de Senhor, v. 5, e Deus, v. 6. Ao colocar Isaías 6:8-10 junto a Atos 28:25-27, toma-se evidente que o Deus de Isaías 6 é o Espírito Santo.

4. Os Testemunhas de Jeová negam a doutrina bíblica da trindade
Embora a verdade da Trindade seja considerada divertida pelos Testemunhas, ela não obstante constitui parte da revelação de Deus. O estudante da Bíblia descobre que há uma Pessoa nas Escrituras, conhecida como Pai, que é Deus, Efésios 1:2. Há uma outra Pessoa nas Escrituras, chamada de Filho, Jesus Cristo, e que é Deus, Tito 2:13. Há ainda uma outra Pessoa chamada de Espírito Santo, que é Deus também, Atos 5:3-4. A palavra grega theos, "Deus". foi usada em relação a todas essas três Pessoas, concedendo assim a mesma divindade a cada uma delas. O estudante cuidadoso também nota o fato da Trindade em Isaías 48:17, 28:19, 2 Coríntios 13:14. A conclusão é simplesmente que há um só Deus manifesto nas três Pessoas conhecidas como Pai, Filho e Espírito Santo e, considerando que cada uma dessas Pessoas é Deus, elas são iguais.

5. Os Testemunhas de Jeová negam a ressureição física e corporal de Jesus Cristo
A sua falsa doutrina declara: "O homem Jesus está morto, só o Seu espírito ressuscitou." O testemunho de Jesus Cristo é completamente diferente, Lucas 24:36-45. Mesmo um exame superficial do v. 39 desfaz qualquer dúvida referente à ressurreição corpórea. Tomé encontrou-se com o Cristo fisicamente ressuscitado, João 20:24-29, como também os outros discípulos que comeram peixe com Ele, João 21:12-14. Paulo testifica a ressurreição física de Jesus Cristo em 1 Coríntios 15:3-19. Os guardas junto à sepultura, os principais dos sacerdotes e o Sinédrio jamais teriam ficado em Mateus 28:11,15, se "apenas o Seu espírito ressuscitasse".

6. Os Testemunhas de Jeová negam a volta física e visível de Jesus Cristo
Eles dizem: "Não devemos esperar que Ele torne a voltar como um ser humano". A volta fica mais adequadamente traduzida por presença e se refere à presença invisível do Senhor. Contrastando com isso, o estudante da Bíblia descobre que a verdade é que JESUS CRISTO VAI VOLTAR novamente, física e literalmente. Em Apocalipse 1:7, "todo o olho o verá". Em 1 Tessalonicenses 4:16-17, "o Senhor mesmo...descerá dos céus" E em Atos 1:10-11, "assim virá do modo como o vistes subir". O testemunho dessas passagens é irrefutável.

7. Os Testemunhas de Jeová negam a presença do crente com Cristo após a morte
De acordo com 2 Coríntios 5:8, Filipenses 1:21-24 e Lucas 16:20-22, o crente, imediatamente após a morte, passa para a presença de Cristo. O corpo fica no solo, João 11:11-14, aguardando a ressurreição, 1 Coríntios 15:20-23, enquanto a alma e o espírito, agora separados do corpo, Tiago 2:16, entram no céu.

8. Os Testemunhas de Jeová reprovam a esperança que o crente tem de ir para o céu
João 14:1-3, Filipenses 3:20-21, 1 Pedro 1:3-5 e Apocalipse 3:12 são apenas algumas das muitas passagens bíblicas que falam da "esperança viva" de estar com Cristo para sempre.

9. Os Testemunhas de Jeová negam a realidade e eternidade do castigo futuro
As Escrituras falam da realidade do inferno. O Senhor Jesus Cristo falou mais do inferno do que do céu e nos informou que o inferno é uma fornalha de fogo, Mateus 13:49-50, um lugar preparado para Satanás e os seus emissários, Mateus 25:41, de fogo que não se extingue, Marcos 9:42-48. Além disso, Ele insistiu no fato do inferno ser eterno. A palavra grega aionios, que traduz "aquilo que não tem fim". e que foi usada para descrever a vida eterna mencionada em João 3:16, e a eternidade de Deus em Romanos 16:26, foi deliberadamente usada por Cristo para descrever a duração do inferno, Mateus 18:8, e por João, em Apocalipse 14:11. Aionios não tem um significado duplo. Se ela quer dizer que Deus é eterno e a vida que o crente recebe é eterna, então deve significar que o inferno também é eterno.

10. Os Testemunhas de Jeová negam a salvação perfeita da cruz de Cristo
Sem qualquer justificativa bíblica, os Testemunhas ensinam que o Milênio, os mil anos do reino de Cristo na terra, proporcionará a toda a humanidade, desde Adão em adiante, que ressuscitará, uma oportunidade, sob condições favoráveis, de receber a salvação eterna. Onde encontrar um único versículo bíblico que apoie tal coisa? O Senhor Jesus Cristo comprou nossa salvação na Cruz, Romanos 3:21-26, e resta ao homem crer e ser salvo, Efésios 2:8-9 e Atos 16:30-31. A salvação é totalmente a parte de qualquer esforço humano, Romanos 3:27-28.

11. Os Testemunhas de Jeová negma o patriotismo e a continência à bandeira
As Escrituras ordenam aos crentes a serem cidadãos leais. O estudante cuidadoso verá isto em Romanos 13:1-7, 1 Pedro 2:13-15 e Mateus 22:21.

12. Os Testemunhas de Jeová estão confusos quanto aso 144.000
Através de boas obras e esforço sincero um Testemunha de Jeová tem esperança de se tornar um membro do grupo dos 144.000. Nos dois capítulos em que foram mencionados os 144.000, Apocalipse 7 e 14, o estudante das Escrituras nota que os 144.000 são, realmente; Judeus das tribos, sem gentios entre eles, 7:4-8, são todos homens, 14:4, servirão durante a Grande Tribulação, 14:6-13, e não receberão a sua posição mediante obras mas serão designados por Deus, 7:3. Por mais que se force a imaginação. nenhuma interpretação bíblica aceitável pode garantir a essa seita gentia posição entre os 144.000.

13. Os Testemunhs de Jeová usam tradução deturpada da Bíblia
A Tradução "Novo Mundo" das Escrituras Gregas Cristãs é uma tradução desajeitada do Novo Testamento, que não tem nenhuma reputação entre os mestres do grego. A tradução foi alterada para se encaixar na heresia. Por exemplo, a palavra allos, "outro", não aparece no texto grego de Colossenses 1:16-17, mas foi inserida quatro vezes em sua tradução para que Cristo apareça ser parte da criação e, desse modo, se encaixe em sua doutrina que afirma ser Ele um filho criado, um outro deus, "porque por meio dEle todas as coisas foram criadas". Esta e dezenas de outras passagens tornam a tradução "Novo Mundo" em uma caricatura da Palavra de Deus.

14. Os Testemunhas de Jeová tem um sistema doutrinário que se baseia nas interpretações de Charles Taze Russel
Em 1874, um camiseiro do Brooklyn, chamado Charles Taze Russel, anunciou que era dono da verdade. Em suas muitas obras Russel "não deixou quase nenhuma grande verdade ou doutrina fundamental não tocada com suas conclusões heréticas e injustificadas". Conforme um cuidadoso estudo pode revelar, as obras de Russel servem de base fundamental para a estrutura dos Testemunhas de Jeová. Atualmente os Testemunhas de Jeová estão seguindo as conclusões falidas de um patife que se divorciou de sua esposa, teve problemas com os tribunais e que enganou seus seguidores vendendo-lhes "trigo milagroso" a preço exorbitante, o qual ele proclamava que produzia 15 vezes mais do que o trigo comum.

15. Os Testemunhas de Jeová negligenciam a vasta área de verdades bíblicas
Uma análise cuidadosa dos diversos livros, panfletos, e revistas editados pela Torre de Vigia revela que apenas uma pequena porcentagem Bíblica foi por eles usada. Eles não citam mais de 7% das Escrituras, deixando o restante da Palavra de Deus não mencionada.